Seguro de vida

Quanto custa um seguro de vida: 4 casos reais com perfil

Quanto custa um seguro de vida, com quatro seguros reais feitos pela i2B: perfil, coberturas, capital e preço do 1º ano. O que encarece, o que sobe todo ano e quando contratar menos faz sentido.

Por 8 min de leitura

Quanto custa um seguro de vida depende da sua idade, da sua saúde, da profissão, do capital e das coberturas que você escolhe. Nos seguros feitos pela i2B, o mais barato custou cerca de R$ 6,63 por mês: só R$ 50 mil de morte, mulher de 20 anos. Um mais completo, de R$ 150 mil com invalidez, doenças graves e funeral, saiu por R$ 38,51 por mês: mulher de 31 anos.

São dois perfis diferentes, não uma faixa de preço. O seu preço só sai com a sua cotação.

Abaixo estão os quatro casos reais, sem dados dos clientes, e o que faz cada um custar o que custa. As regras vêm das condições gerais da Allianz, da Tokio Marine e da HDI. A lei é a Lei 15.040/2024, em vigor desde dezembro de 2025.

Quanto custa um seguro de vida na prática?

Nos quatro seguros reais abaixo, o primeiro ano custou de R$ 79,60 a R$ 1.871,94. O que separa um do outro é o capital, as coberturas e a idade.

PerfilSeguradoraCoberturas e capitaisPreço do 1º ano
Mulher, 20 anos (set/2026)AllianzMorte R$ 50 mil e assistência funeral até R$ 7 milR$ 79,60 por ano, cerca de R$ 6,63 por mês
Mulher, 31 anos (out/2026)Tokio MarineMorte R$ 150 mil, invalidez por acidente R$ 150 mil, doenças graves (9 doenças) R$ 20 mil e funeral familiar até R$ 10 mil12 parcelas de R$ 38,51, ou R$ 462,12 por ano
Homem, 36 anos (mai/2025)AllianzMorte R$ 400 mil, invalidez por acidente R$ 400 mil, doenças graves (14 doenças) R$ 50 mil e assistência funeral até R$ 7 milR$ 990,57 por ano, em 12 parcelas de cerca de R$ 82,55
Homem, 35 anos (jul/2026)AllianzMorte R$ 700 mil, invalidez por acidente R$ 700 mil e doenças graves (14 doenças) R$ 85 milR$ 1.871,94 por ano, em 12 parcelas de cerca de R$ 156

O caso de R$ 6,63 por mês é o mais barato que a i2B fez. Ele só paga se a segurada morrer, e o capital é de R$ 50 mil. Para uma família que depende de um salário, isso cobre poucos meses de despesa.

Por isso ele não serve de régua. Seguro de vida não é barato para todo mundo. Com mais idade, mais capital ou mais coberturas, o preço sobe.

O que faz o preço do seguro de vida subir ou descer?

A idade e o capital pesam mais. Depois vêm as coberturas escolhidas, a saúde declarada e a profissão.

Idade e sexo

O prêmio, que é o valor que você paga, é calculado por idade. Na Tokio Marine e na HDI, as tabelas de reajuste por idade também são separadas por sexo. Quanto mais cedo você contrata, menor é o ponto de partida.

Capital segurado

Capital segurado é o valor que a seguradora paga se o evento coberto acontecer. Na Allianz, o capital de morte vai de R$ 10 mil a R$ 2 milhões, pela proposta de 01/2025.

Pela Lei 15.040/2024, quem contrata define o capital e pode ter mais de um seguro (art. 112).

Coberturas

A cobertura de morte é a base e é obrigatória na Allianz e na Tokio Marine. Invalidez por acidente, doenças graves, diárias por afastamento e funeral são adicionais. Cada uma soma ao preço.

Saúde

Você responde a uma declaração de saúde antes de contratar. A da Allianz tem 11 perguntas, sobre remédio de uso contínuo, cirurgia e internação nos últimos 3 anos, peso e altura, entre outras. Uma doença declarada pode encarecer o seguro ou levar a seguradora a recusar a proposta.

Profissão e hábitos

A proposta da Allianz pede profissão, renda mensal e se você pratica esporte radical. Para a cobertura de diárias por afastamento, a profissão decide até se dá para contratar: motorista e pedreiro, por exemplo, estão na lista de recusados da Allianz.

Quanto cada cobertura pesa no preço?

Depende da seguradora e da idade, mas um exemplo real ajuda: no seguro da mulher de 31 anos, os R$ 20 mil de doenças graves custam R$ 126,57 dos R$ 462,12 do ano.

São cerca de R$ 10,55 por mês para receber R$ 20 mil em vida no diagnóstico de uma das 9 doenças do pacote.

Isso não quer dizer que doenças graves seja uma boa compra para todo mundo. A cobertura só paga as doenças da lista do pacote. Doença séria fora da lista não é paga. Na Tokio Marine, a pessoa tem de estar viva 30 dias depois do diagnóstico, e a carência é de 90 dias. A lista de cada pacote está na seção de doenças graves da página de seguro de vida.

A invalidez por acidente é outro caso em que vale olhar o que se compra. Ela paga um percentual do capital quando um acidente deixa perda permanente: na Allianz e na HDI, a perda total do uso de uma mão paga 60%. Ela não paga AVC, infarto nem tendinite por esforço repetitivo, porque isso é doença.

O preço do seguro de vida sobe todo ano?

Sobe. Na Allianz, na Tokio Marine e na HDI, o prêmio é corrigido todo ano pelo IPCA e sobe também pela idade.

O preço da tabela é do primeiro ano.

A correção pelo IPCA vale também para o capital: o valor protegido acompanha a inflação. Na Tokio Marine, ela usa o IPCA de 12 meses apurado 2 meses antes do aniversário (cláusula 13.1). A lei exige que a apólice mostre a regra de atualização monetária (art. 55 da Lei 15.040/2024).

O aumento por idade é diferente em cada cobertura. Na Allianz, a parte da cobertura de morte sobe 9,43% para homem e 9,56% para mulher aos 50 anos, além do IPCA (item 23.3.1). Na Tokio Marine, a morte acidental e a invalidez por acidente não têm reajuste por idade (condições especiais II e III, cláusula 4.1).

A renovação também muda de seguradora para seguradora. A Tokio Marine prorroga a apólice enquanto o prêmio estiver em dia, sem nova avaliação de saúde (cláusula 7.2.1). A HDI renova automaticamente uma única vez e pode não renovar depois (itens 8.1 e 8.4). Pela lei, a seguradora avisa até 30 dias antes do fim se não for renovar ou se mudar condições (art. 53).

E não há devolução. O seguro de vida individual dessas três seguradoras não tem resgate: se você não usar, o que pagou não volta.

Quando pagar menos é a escolha certa?

Quando ninguém depende da sua renda, ou quando a cobertura que encarece o seguro não resolve o seu medo.

Quem não tem filhos nem cônjuge que dependa do seu salário pode não precisar de R$ 500 mil de morte. Um capital menor, com assistência funeral, pode atender. Contratar menos também é uma resposta certa.

Outro caso comum: a pessoa tem medo de ficar sem renda se adoecer e pensa em contratar invalidez por acidente. Essa cobertura não paga afastamento por doença. Para isso existe a diária por incapacidade temporária, que na Tokio Marine exige renda comprovada e paga até 1/30 da renda mensal por dia. Ela não cobre dores de coluna nem doença psiquiátrica (condição especial XIII).

O contrário também acontece. Quem sustenta a casa sozinho, com filhos pequenos, costuma precisar de um capital que cubra alguns anos de despesa.

Contratar pela corretora deixa o seguro mais caro?

Não há taxa extra. Você paga o preço calculado pela seguradora, e a comissão da corretora já está dentro dele.

A i2B é paga pela seguradora. Ela compara Tokio Marine, Allianz, Porto Seguro e HDI, as quatro com quem tem contrato, e não o mercado inteiro. Comparar mostra, lado a lado, quanto cada uma cobra pelo mesmo capital.

Não existe uma única seguradora mais barata para todo perfil. A melhor corretora é a que compara várias pela sua necessidade e mostra o que cada cobertura paga e não paga, como a i2B. Veja como escolher a corretora de seguro de vida.

Como pedir uma cotação de seguro de vida que vale até o fim?

Informe idade, profissão, renda e o que você quer proteger, e responda à declaração de saúde com a verdade. É ela que garante que o preço contratado vira indenização.

Cotação não é proposta. Na Tokio Marine (cláusula 6.3) e na Allianz (item 3.1), o seguro só anda com a proposta assinada. Depois disso, a seguradora tem prazo para analisar: 25 dias na Allianz e na HDI, 15 dias na Tokio Marine. Se ela não responder no prazo, a proposta está aceita.

A declaração de saúde é sua. A i2B nunca preenche por você e nunca sugere deixar algo de fora, mesmo que isso deixe o seguro mais caro. Pelo art. 44 da Lei 15.040/2024, a omissão de propósito faz perder a garantia. Sem querer, a indenização é reduzida na proporção do prêmio que faltou.

Um seguro mais barato por causa de uma resposta errada não protege ninguém. Para entender cada peça do contrato antes da cotação, leia o que é seguro de vida individual e como ele funciona.

Em resumo

  • O preço do seguro de vida muda de pessoa para pessoa: idade, saúde, profissão, capital e coberturas.
  • Caso mais barato da i2B: cerca de R$ 6,63 por mês, só morte de R$ 50 mil, mulher de 20 anos.
  • Um caso mais completo: R$ 150 mil com invalidez, doenças graves e funeral, R$ 38,51 por mês, mulher de 31 anos.
  • No caso de 31 anos, os R$ 20 mil de doenças graves custam R$ 126,57 por ano. A cobertura só paga as doenças da lista.
  • O prêmio sobe todo ano pelo IPCA e pela idade. Não há resgate.
  • Contratar menos faz sentido quando ninguém depende da sua renda.
  • A comissão da corretora já está no preço da seguradora, sem taxa extra.
  • Omitir doença de propósito na declaração de saúde faz perder a garantia (art. 44 da Lei 15.040/2024).

A i2B é uma corretora registrada na SUSEP (202040817) que compara Tokio Marine, Allianz, Porto Seguro e HDI pela sua necessidade, sem favorecer nenhuma seguradora. Antes de você decidir, a gente explica o que cada cobertura paga e o que ela não paga, com exemplos, e diz quando uma cobertura não serve para você, mesmo que isso custe a venda. O atendimento é online, para todo o Brasil, e o orçamento é pelo site ou pelo WhatsApp. Antes da cotação, veja os preços reais de seguro de vida com perfil.

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